MEIO AMBIENTE

O meio ambiente oferece aos seres vivos as condições essenciais para a sua sobrevivência e evolução. A sociedade humana não se sustenta sem água potável, ar puro, solo fértil e sem um clima ameno. Não há economia sem um ambiente estável. 
Muitas pessoas, no entanto, ainda não compreenderam isso. Ao desenvolver suas atividades socioeconômicas, destroem de forma irracional as bases da sua própria sustentação. Não percebem que dependem de uma base ecológica para a sua vida e a de seus descendentes. Vivem como se fossem a última geração sobre a Terra.

Como está o meio ambiente?

Felizmente o ser humano começa a tomar consciência do seu lar, a Terra. Após décadas de devastação ambiental, há sinais de mudanças. Verificam-se muitos avanços, como por exemplo:

  • Criação de instituições para cuidar do meio ambiente;

  • Realização de encontros locais, nacionais e internacionais;

  • Crescente mobilização mundial; 

  • Aperfeiçoamento de fontes renováveis de energia; 

  • Desenvolvimento de processos de gestão ambiental, como: educação ambiental;

  • Licenciamento ambiental; legislação ambiental; zoneamento ambiental; criação de unidades de conservação (parques nacionais); engenharia ambiental, eco eficiência, tecnologias limpas; manejo de bacias hidrográficas; reciclagem e preciclagem;


Entretanto, apesar de inegáveis avanços, o meio ambiente ainda carece de muitos cuidados. Ainda poluímos o ar que respiramos, degradamos o solo que nos alimenta e contaminamos a água que bebemos. 

Por que agredimos o meio ambiente?

Porque ao longo dos anos nos fizeram acreditar em conceitos errados. 
Hoje sabemos que:

  • Nós, seres humanos, não somos os donos da Terra. Fazemos parte dela.

  •  Não temos de “dominar” a natureza. Precisamos aprender a viver em harmonia com ela;

  • Dependemos da Terra. A Terra não depende de nós;

  •  A exploração dos recursos naturais não pode continuar a crescer. Tais recursos são finitos;

A raiz dos problemas: o modelo de "desenvolvimento" 
O atual modelo de "desenvolvimento" produz exclusão social e miséria por um lado, e consumismo, opulência e desperdício, por outro. Baseia-se no aumento crescente da produção e, consequentemente, do consumo. 
Ao se aumentar o consumo, aumenta-se a pressão sobre os recursos naturais, ou seja, necessita-se mais água, mais matérias-primas, mais eletricidade, mais combustível, mais solos férteis. Com isso, cresce a degradação ambiental em todas as suas formas. Perde-se então a qualidade de vida. Ao final, nem progresso, nem emprego, nem ambiente saudável. 

Consequências do modelo?

Dentre os inúmeros problemas ambientais gerados por essa forma de viver, destacam-se:

  • Alterações climáticas;

  •  Alterações da superfície da Terra (solo);

  • Assoreamento dos rios e lagos;

  • Aumento da temperatura da Terra;

  • Desflorestamento/queimadas;

  • Destruição de habitats;

  •  Efeito estufa; 

  • Erosão da diversidade cultural;

  •  Erosão ética;

  •  Erosão do solo/desertificação;

  • Exclusão social; 

  • Perda da biodiversidade;

  • Poluição (do ar, da água, do solo, sonora, visual, eletromagnética e outras);

  • Redução da camada de ozônio;

  •  X-desconhecidos, mas em curso. 

Na Declaração da Reunião dos Líderes Espirituais da Terra, produzida e divulgada por ocasião da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio 92), promovida pela Organização das Nações Unidas ( ONU), cita-se que a crise ecológica é um sintoma da crise espiritual do ser humano, que vem da ignorância.

A crise ambiental global é, de fato, a expressão de uma confusão interior A busca mesquinha de interesses egoístas causou os problemas globais que ameaçam a todos. A cura do mundo tem de começar em um nível individual:

"Se não podemos modificar o nosso comportamento, como esperar que os outros o façam?" (Dalai Lama).

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